NELA – Núcleo de Estudos em Linguística Aplicada
  • Palestra: “Língua e terra: apontamentos desde a linguística aplicada indisciplinar”, com Carlos Guerola, 4/nov, 9h, Sala Hassis CCE/UFSC

    Publicado em 29/10/2019 às 9:51


  • O NELA em 2019 – 10 anos

    Publicado em 09/08/2019 às 16:12

    Neste mês de agosto, o NELA faz 10 anos.

    Fundado pelas Profa. Dra. Mary Elizabeth Cerutti-Rizzatti e Profa. Dra. Rosângela Hammes Rodrigues, o núcleo, desde 2009, tem por objetivo geral reconhecer fundamentos teórico-metodológicos da Linguística Aplicada e identificar problemáticas do processo de ensino e de aprendizagem da leitura e da escrita para cuja minimização tais fundamentos possam se prestar, estudando, planejando e empreendendo ações, ancoradas teoricamente, que tenham a formação linguística do aluno na escola pública como foco.

    O Núcleo de Estudos em Linguística Aplicada da UFSC atua com base em uma concepção de língua como prática social e em uma concepção de sujeito como histórico, situado, constituído nas relações com a alteridade. Sob essa perspectiva, as atividades de ensino, pesquisa e extensão desencadeadas pelos membros do NELA focalizam a língua na esfera escolar, entendida, ali, com objeto de ensino e de aprendizagem, com especial atenção às redes públicas de escolarização. As pesquisas desenvolvidas pelo NELA no campo da educação são prevalentemente de base etnográfica, prevendo efetiva vivência em espaços educacionais, na busca de uma visão êmica, em estudos cujos resultados visam contribuir para a qualificação da educação em linguagem nessas redes. Trata-se de uma concepção de ciência comprometida com as realidades social, histórica e cultural no âmbito das quais se erigem e se delineiam os conhecimentos científicos, em uma compreensão de que a ciência linguística é uma ciência do humano.

    Hoje somos 12 professores e 64 alunos de pós-graduação, desenvolvendo 25 projetos de pesquisa e 15 projetos de extensão.


  • VII Ciclo de debates do NELA – 26 e 27 de agosto de 2019

    Publicado em 09/08/2019 às 15:21

    Entre os dias 26 e 27 de agosto, o NELA vai presidir o VII Ciclo de Debates de 2019. Além disso, o evento comemora os 10 anos do Núcleo.

     

    VII Ciclo de Debates do NELA/UFSC – Linguística Aplicada e Resistência

     

    Florianópolis, Campus Trindade, 26 e 27 de agosto de 2019

     

    Programação

     Local das atividades: Auditório Bloco F – Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH/UFSC)

    Dia 26/08/2019

    9h -10h15 – Abertura do VII Ciclo de Debates e Conferência de Abertura:

     

    “A pesquisa em linguagem e a questão racial no Brasil hoje: balanços e perspectivas” – Kassandra Muniz (UFOP)

    10h30 – 12h Mesa-redonda: “Resistência e Permanência na Educação Básica e Superior”

    “Educação linguística e currículo: colocar-se em favor da humanização é revolucionário”

    Rosangela Pedralli (UFSC)

    “Todos semos de frontera: ideologias linguísticas e a construção de uma pedagogia translíngue”

    Daniel do Nascimento e Silva (UFSC)

    “O ensino e aprendizagem da linguagem como práticas de educação cidadã”

    Rosangela Hammes Rodrigues (UFSC)

     

     

    13h30 – 15h10 Mesa Redonda: “Raça e Discurso no Brasil Contemporâneo”

    “Os silêncios raciais na formação d@ professor@ de línguas(linguagem) e seus efeitos”

    Glenda Valim Melo (UNIRIO)

    “Raça e construção de subjetividades”

    Lia Vainer Schucman (UFSC)

    “O tecnobiodiscursivo, as resistências, os limites: racialização e nova direita no Brasil”

    Atilio Butturi Jr. (UFSC)

     

    15:40h-17:40h – GT “Linguística Aplicada e a Vida Social Contemporânea”

    Debatedora: Glenda Valim Melo (UNIRIO)

     

    Dia 27/08/2019

    8h40 – 10h10 – Mesa Redonda: “Gênero, Sexualidade e Resistência”

    “Gênero, raça e classe em tempos de recrudescimento fascista”

    Elenira Vilela (IFSC)

    “Gênero e (r)existência no romance En finir avec Eddy Bellegueule

    Moacir Lopes de Camargos (UNIPAMPA)

    Daniel Kerry (UNISUL)

     

    10h30 – 12h Mesa Redonda: “Mídia, perigo, resistência”

    “Psicofármacos, mídia e patologização da vida”

    Sandra Caponi (UFSC)

    “Liderança e o impacto da comunicação não-violenta no ativismo ambiental”

    Daniel Librelato Massuco (Jornalista, membro do Movimento Orleans Viva)

    “Fake news e discurso jornalístico dominante: ainda a difícil questão da leitura crítica dos gêneros jornalísticos”

    Adair Bonini (UFSC)

     

    Coffee Break

    13h30 – 15h GT: “Linguística Aplicada e Resistência”

    Debatedora: Kassandra Muniz (UFOP)

     

    Coffee Break

    15h30 – 16h45 Palestra de encerramento:

    Performatividade de raça: ações que realizamos na/pela linguagem”

    Glenda Melo (UNIRIO)


  • Roda de Conversa “Alternativas para o Ensino-Aprendizagem de Línguas na Escola Indígena”

    Publicado em 15/03/2017 às 9:58

    cartaz Roda de conversajpg

    No dia 16/03/2017 (quinta-feira, às 18h30min) será realizada no auditório do CFH a Roda de Conversa “Alternativas para o Ensino-Aprendizagem de Línguas na Escola Indígena”, e o NELA tem o prazer de convidar interessados e interessadas no tema a participar desse importante evento.

     

    A roda de conversa será organizada pela Profa. Dra. Maria Inêz Probst Lucena, e conta com especialistas de diversas instituições, a saber:

    • Dra. Ana Maria Rabelo Gomes (UFMG);
    • Dr. Pedro de Moraes Garcez (UFRGS);
    • Dra. Terezinha Machado Maher (Unicamp);
    • Dra. Namblá Gakrán (UFSC)
    • Dra. Antonella Imperatriz Tassinari (UFSC);
    • Dra. Cristine Görski Severo (UFSC).

    No dia seguinte (17/03/2017, sexta-feira), há também uma ótima oportunidade de contato com esse tema, pois ocorrerá a banca de defesa de doutorado de Carlos Maroto Guerola, intitulada “’Se nós não fosse guerreiro, nós não existia mais aqui’: Ensino-aprendizagem de línguas para fortalecimento da luta guarani, kaingang e laklãnõ-xokleng”.

    A banca ocorrerá às 9h, na Sala Machado de Assis, 4º andar do Bloco B do CCE.


  • Trabalho de IC do NELA é escolhido para representar o Departamento de Língua e Literatura Vernáculas no Seminário de Iniciação Científica – SIC/2016

    Publicado em 22/10/2016 às 23:38

    O trabalho de Luan Koroll, aluno de IC/PIBIC/CNPq do NELA e orientando do professor Rodrigo Acosta Pereira, foi escolhido para representar o DLLV nas mostras do SIC-2016, que ocorreram de 20 a 22 de outubro, durante a 15ª Semana de Ensino, Pesquisa e Extensão – SEPEX/UFSC.

    http://pibic.propesq.ufsc.br/2016/10/17/chamada-para-apresentacoes-orais-do-sic-2016/


  • Linguagem, sujeito, autoria: vídeo sobre leitura e produção textual na universidade

    Publicado em 29/09/2016 às 12:17

    O audiovisual é uma produção do LABEAL (Laboratório de Leitura e Produção Textual na Universidade), projeto que integra o NELA/UFSC e que tem coordenação do professor Sandro Braga.

    Em pouco mais de 4 minutos, Maíra Sevegnani, bolsista do projeto, faz uma leve e esclarecedora exposição sobre as práticas de linguagem na universidade, sobre o funcionamento do LABEAL, e também sobre os resultados das pesquisas realizadas no local.


  • POSIÇÃO DO NÚCLEO DE ESTUDOS EM LINGUÍSTICA APLICADA DA UFSC SOBRE A MEDIDA PROVISÓRIA DE REFORMA DO ENSINO MÉDIO

    Publicado em 27/09/2016 às 11:30

    O Núcleo de Estudos em Linguística Aplica (NELA/UFSC) vem a público se manifestar veementemente contra a Medida Provisória 746 de 22 de setembro de 2016, que trata da reforma do Ensino Médio.

    Desde sua fundação o NELA tem se voltado, centralmente, na pesquisa e na extensão, para os temas do ensino e da aprendizagem de Língua Portuguesa e da formação de professores desse componente curricular. E essa história autoriza-nos a questionar o modo como a reforma do Ensino Médio está ocorrendo, através de Medida Provisória, desconsiderando o debate e a participação de setores da sociedade envolvidos com o tema.

    Não bastasse esse açodamento arbitrário da forma, rechaçamos também o conteúdo exposto na MP 746, que estabelece um Ensino Médio tecnicista e excludente. No dia 22 de setembro, com essa medida, o Brasil foi lançado de volta ao modelo de Ensino Médio da ditadura civil-militar, retornando a uma escola que reduz o conteúdo humanístico, cultural e reflexivo para propor uma formação mediana e medíocre, voltada unicamente para o mercado de trabalho. Vislumbra-se aí o projeto de se criar para o pobre uma escola superficial, alijada da reflexão, e isso se verifica: 1) na eliminação de componentes curriculares fundamentais (como a Arte e a Educação Física) e no cerceamento de outros componentes (como a História, a Sociologia e a Filosofia); 2) na redução do tempo de formação básica (a um ano e meio), tempo esse subtraído para os percursos formativos que, a bem da verdade, serão reduzidos a um único percurso na maior parte das escolas (e provavelmente, o de Formação Técnica e Profissional); e 3) na diminuição ainda maior do tempo de contato dos/as estudantes com temas fundamentais, face ao aligeiramento da formação mediante o aproveitamento de experiências profissionais e atividades a distância como parte dos créditos.

    Trata-se de uma proposta de escola que superficializa a educação e que, em detrimento de experiências mais robustas de aprendizagem e reflexão, reforça a ideia de que a educação consiste apenas em uma habilitação para o mercado de trabalho. Daí a MP trazer a proposta de existência de certificados intermediários, e que, na verdade, apenas irão criar a ilusão de muitos titulados e de maior formação, mas que se trata efetivamente de “ilusão”, pois essa titulação ocorrerá, na realidade, em detrimento dos necessários aprofundamentos de saberes. A obrigatoriedade do inglês também representa um foco estreito no mercado, com a limitação cultural dos/as estudante a uma única língua estrangeira, representando, além disso, uma imposição cultura e ideológica e o enfraquecimento de políticas linguísticas de integração dos povos da América do Sul.

    O fato de se aceitar um professor com “saber notório”, sem diploma de licenciatura, também contribuirá para o enfraquecimento das licenciaturas e para o desprestígio da profissão, fazendo supor que não há a necessidade de formação docente ou que essa formação não tem função ou valor.

    Todas as flexibilizações, eliminações, distorções, e superficializações impostas por essa MP também abrem um amplo espaço para a desestruturação do ensino público e para a privatização do sistema, senão diretamente, pela entrada de organizações sociais de gestão, pela compra de serviços prestados por empresas e pela intervenção de poderosas ONGs empresariais nas escolas.

    Por todos esses motivos, o NELA rechaça a MP 746 e cobra mais seriedade do Governo Federal no trato das instituições públicas, exigindo a cancelamento dessa medida e a continuidade do processo efetivamente democrático de discussão do Ensino Médio.


  • NELA/UFSC promove palestra como parte dos debates e manifestações do dia 22/09 – Dia Nacional de Paralisação

    Publicado em 20/09/2016 às 23:45

    NELA/UFSC promove palestra atrelada aos debates e manifestações do dia 22/09 - Dia Nacional de Paralisação


  • Debates do NELA/UFSC tematizaram o golpe

    Publicado em 27/06/2016 às 12:21

    O V Ciclo de Debates do NELA/UFSC, que tematizou o golpe de 2016 no Brasil e os discursos que lhe deram sustentação, ocorreu no último dia 07/07, no auditório Henrique Fontes.

    Proferiram palestras a professora Débora Figueiredo (DLLE/UFSC), a acadêmica Lúcia del Corso (representante do Centro Acadêmico Livre de Letras) e os professores do Núcleo, Rosângela Hammes Rodrigues, Marcos Baltar, Atílio Butturi Jr. e Adair Bonini.

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    (Butturi Jr., Figueiredo, Bonini, del Corso, Baltar, Rodrigues)

     

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  • Lançada atualização da Proposta Curricular de Santa Catarina

    Publicado em 01/12/2014 às 21:23

    Prezados membros do NELA e visitantes desta página…

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    Temos o prazer de anunciar o lançamento oficial da atualização da PROPOSTA Curricular de Santa Catarina. Você pode ler, abaixo, o documento na íntegra.

    Proposta_Curricular de Santa Catarina

    Postada, também a seguir, MOÇÃO escrita por professores participantes do processo de produção do texto em favor de condições infra-estruturais para a implementação do conteúdo do documento.

    Mocao Coletiva do Grupo de Producao